Engenheiro desenvolve conjunto de habilidades para otimizar fluxo de trabalho com agentes de inteligência artificial
26 de outubro de 2026 · 2 min de leitura
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Um engenheiro criou um sistema próprio de habilidades, denominado AI bro, para aprimorar a interação com agentes de inteligência artificial e tornar seu fluxo de trabalho mais eficiente.
O desenvolvimento surgiu após experiências negativas com plugins de terceiros. O autor relatou que a abordagem de desenvolvimento orientado a testes, ou TDD, resultou em perda de tempo ao mover dados repetidamente entre testes e implementações. Além disso, ele criticou planos excessivamente detalhados que se assemelhavam a pseudocódigos, questionando a utilidade de tais etapas antes da escrita do código real. Sobre o OpenSpec, o engenheiro observou que, embora possua um processo estruturado, as especificações são excessivamente prolixas e carecem de flexibilidade.
O sistema AI bro divide o trabalho em três etapas principais. A primeira foca na discussão inicial através da habilidade bro-think-with-me, que utiliza regras de diálogo para que o agente faça apenas uma pergunta por vez, evitando que o usuário seja sobrecarregado. Esta etapa visa evitar que agentes executem solicitações inadequadas devido à sua natureza obediente. O autor menciona que utiliza frequentemente o modo de pergunta do Cursor durante esse processo.
A segunda etapa consiste na criação de artefatos técnicos. A habilidade bro-give-me-plan gera planos, enquanto a bro-give-me-spec cria especificações que definem o resultado final sem detalhar os passos de implementação. Ambos os artefatos são arquivos em formato Markdown que seguem modelos de termos de referência, permitindo que sejam utilizados por qualquer agente. O sistema inclui a revisão automática desses rascunhos antes da análise humana.
A fase final de implementação é executada pela habilidade bro-do-it, que pode operar com ou sem os artefatos anteriores. O processo de desenvolvimento ocorre em iterações, limitadas a 10 ciclos para evitar o consumo excessivo de tokens. O fluxo de trabalho da implementação segue quatro passos: a ativação de um subagente para a execução, a revisão do código, a verificação da implementação em relação à tarefa proposta e, por fim, a atualização da base de conhecimento do projeto.